Simplesmente Mulher - Bronwin Williams - CHE 127

 quinta-feira, 9 de junho de 2011

Um homem solitário... Uma mulher determinada!

A vida de Jonah Longshadow nunca fora fácil. Porém, nesse exato momento ele fora arrancado da prisão e lançado numa fazenda árida, junto de uma mulher cuja coragem silenciosa e suave gentileza despertavam sonhos que um homem como ele não tinha sequer o direito de imaginar...

Dois dólares de problemas, era isso o que Carrie Adams provavelmente arranjara ao comprar a liberdade de Jonah longshadow. Mas precisava de mãos fortes para  ajudá-la a arar a terra, e aquele homem musculoso parecia indicado para a função. A única coisa com a qual não contava era que seu coração estava entrando na barganha.

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Há mais um livro antigo e fabuloso, pelo menos para mim, que gosto das tramas mais antigas. Sei lá, acho que  nos romances atuais, falta um pouco mais de emoção, drama... ou sou eu que anda chata mesmo. Mas vamos ao livro...

Bem, vejamos a trama é sobre duas pessoas de vidas sofridas, que acabam ligados por um acaso do destino. Tudo começa quando: Carrie, resolve alugar um prisioneiro, para ajudá-la a arar os campos. Pois o imprestável de seu marido só pensa em corridas de cavalo e fica semanas ausente de casa. E, ela, agradece a Deus por isso. Pois quando ele está em casa, ela recebe apenas surras do traste, além de ser obrigada a viver quase a míngua. Assim,  decide fazer uma plantação de milho, com o objetivo de vendê-lo depois, e com o lucro, melhorar  um pouco sua vida de miséria.

Jonas é um mestiço de índio, que ao chegar a cidade para fixar residência nas terras que adquiriu, é acusado de roubo e preso, pelo simples fato de ser mestiço. Até que prove em julgamento que as terras lhe pertencem. Porém, nesse interim, aparece um mulher pequenina, que o tira da cadeia em liberdade condicional para trabalhar em suas terras. Mas o que deixa Jonas enfurecido é a humilhação de ser obrigado a  ir caminhando atrás da carroça de Carrie, com os pés algemados por correntes e as mãos amarradas, como se fosse um animal selvagem. Bem você pode imaginar  a forma com que ele olhava para ela, com puro ódio. Mas Carrie, apesar de amedrontada pelo suposto selvagem, o levou, pois estava determinada a fazer sua plantação.

A história é linda e cheia de momentos emocionantes. Eu particularmente, gostei muito do começo quando Carrie, achando que ele não fala sua língua, tenta se comunicar por mímica e procura falar lentamente pra  ver se ele aprende algumas palavras. É muito engraçado. Lógico, que ele fala muito bem,  mas por orgulho se recusa  a lhe revelar o fato. No entanto, ela  acredita que além de selvagem, ele é também meio lerdo da cabeça. E Jonas, fica pensando:  como pôde acabar nas mãos de uma mulher tão burrinha e teimosa. Mas conforme o tempo vai passando, eles descobrem que são almas gêmeas, pois ambos sofreram muito na vida, mas  conseguiram conservar a bondade e a gentileza em seus corações. A partir disso, fica fácil para o amor, desabrochar em seus corações. Entretanto, para poder viver esse amor, eles terão que superar muitas dificuldades e obstáculos em seu caminho.

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