Mais um selinho! Este ganhei da Leu do blog Romances Forever.

 sexta-feira, 9 de julho de 2010


 Obrigada Leu por mais este mimo!

Ele vem com algumas regras, que são:

1- Responda as perguntas:

2- Passar para pelo menos 3 blogs, a brincadeira;

3- Dizer que a brincadeira começou com o blog Eternos Romances.

Perguntas

1- Um romance que considera eterno.

R - O Anjo Caído de Irma Walker.

2- Por que o considera eterno?

R: - Este foi um livro que li na década de 80. A história  me fascinou, pois, ri e chorei com ele. Além disso, ele me despertou o interesse em livros no qual a mocinha era julgada e condenada pelo mocinho, sem dever nada. Com isso passei a ler muitos livros com esse tema e a sofrer junto com as mocinhas, sempre torcendo por um final feliz

Para mim ele é eterno. Afinal ele ainda esta comigo desde então, já que não consigo me separar dele...

3- Uma cena eterna do livro.

Capítulo IX

Mayi sentiu o coração disparar quando ouviu os passos de Laurens no pátio de pedra do lado de fora. Estava de pé, com um sorriso radiante nos lábios, mas não correu a atirar-se em seus braços, como pretendia.

Ele parecia um estranho. Os olhos gélidos, os lábios crispados, o rosto duro demonstrando tensão.
_ O que aconteceu, Laurens?
_ Sente-se.

Mayi teve vontade de não atender ao pedido, mas alguma coisa a deteve. Sentiu um frio horrível no estômago enquanto pegava a cadeira.
_ Aconteceu alguma coisa?
_ Sim, recebi uma carta de Reno, Nevada.
_ Não... compreendo.
_ Não? Não faz ideia sobre o que seja a carta?
_ Claro que não. Quem a mandou?
_ Um detetive particular que contratei para investigar as circunstâncias da morte de meu irmão.

Mayi empalideceu, mas continuo a sustentar o olhar do marido.
_ Eu não sabia que Pio era seu irmão até há pouco, quando dei uma olhada na certidão de casamento, enquanto desfazia a mala. Pensei que você fosse Pelente. Como ia descobrir que era Aquirre? Pretendia lhe contar assim que voltasse...

Laurens silenciou-a com um gesto tão violento que só então ela se deu conta da raiva que o dominava.
_ Chega de mentiras, Mayi! Já decifrei tudo. Seus truques não funcionam mais comigo. Você matou meu irmão. Não diretamente, claro, mas é tão culpada como se tivesse apontado uma arma para a cabeça dele e atirado. Pio a amava e, quando foi desprezado, não viu mais razão para viver. Era um homem sensível, vulnerável, mas isso pouco impontava a você. Quando descobriu que ele não possuía dinheiro, tratou-o como um cão!
_ Isso não é verdade! Por favor, me escute, Laurens. Nós nunca fomos mais que amigos!
_ O quê? Você se atreve a dizer que ele nunca a pediu em casamento? Que não zombou dele, dizendo que era o último dos homens com quem se casaria?
_ Pio me propôs casamento, mas ele mesmo sábia que não me amava. Eu simplesmente respondi que não podia me casar sem amor, coisa coa a qual ele concordou. Juro que é essa a verdade, Laurens! Você precisa acreditar em mim!

Por um longo momento ele a encarou, os olhos lançando chispas, e ela estremeceu de pavor. Aquele não era o homem que pela manhã lhe dissera que a amaria para sempre!

Laurens tirou o outro papel do bolso com um gesto nervoso.
_ Eu acreditaria em você, se Pio não tivesse escrito esta carta pouco antes de morrer.

Mayi estendeu o braço para pegar o envelope mas ele se esquivou, recuando um passo.
_ Pode deixar que eu mesmo leio.

Magoada, nada mais lhe restou fazer senão escutar aquela voz insensível e dura ler em voz alta a carta:

" Era tudo um jogo dela, um divertimento. Deixou-me pensar que eu era o seu amor, e me correspondia com paixão e ardor. Depois, quando a pedi em casamento, riu de mim. Chamou-me de joão-ninguém, que jamais seria alguém na vida, pois vivia apenas da bondade de meu irmão, e disse que não tinha tempo a perder comigo. Quando lhe perguntei como deixava que um homem por quem sentia tanto desprezo fizesse amor com ela, respondeu-me que qualquer um que a atraísse daria no mesmo. Era uma mulher apaixonada, que gostava de sexo, por puro prazer físico. Confessou que o homem com quem se casasse precisaria lhe dar todas as coisas materiais que tinham faltado em sua vida. Com isso ela poderia até ser fiel, desde que recebesse dinheiro suficiente...

Sinopse do livro.

Na Espanha, numa aldeia encantada, floresceu o amor de Mayi e Laurens.

Laurens Pelente contemplava a escultural estrangeira que se movia com beleza e graça, ao ritmo sensual da dança basca. Jamais uma mulher chamara tanto a sua atenção como aquela americana de cabelos de fogo, soltos e selvagens. Sem esperar que a música terminasse, os olhos fixos na dançarina, aproximou-se para arrebatá-la de seu parceiro.

Queria tê-la nos braços, custasse o que custasse, pois ignorava o perigo de envolver-se com a mulher que um dia levara seu irmão a um trágico destino!

Agora quero saber qual é o livro eterno de vocês:






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